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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

06
Jul18

Domingo à tarde fez 1 ano há muito, Triptofano também mas ainda vou a tempo

David Marinho

Hoje reparei que não festejei o primeiro aniversário de Domingo à Tarde - que vergonha!

Foi dia 16 de Maio, e podem reler a primeira publicação.

Obrigado Triptofano por inconscientemente me lembrares que o meu também tem um ano de vida. E aproveitando que hoje existe mais um Follow Friday, aproveitem para ler um blogue que tem como pontos principais:

  • Uma tremenda paixão pela Ana Malhoa, e do qual consegue derrubar-vos com excelentes argumentos e a passarem a gostar da senhora também;
  • Várias reviews de restaurantes do qual nunca fui, quero ir e não sei quando vou;
  • É farmacêutico na Linha de Sintra, e doa-vos medicamentos, mas apenas a troco de contrapartidas financeiras, que não vão para ele, e por vezes receitas médicas;
  • É polivalente, porque tanto vos manda à merda como vos dá mimo através das palavras (estou a brincar na parte do mimo) (estou a brincar, leiam porra!);
  • E muito mais.

Vão a correr para lá e...parabéns atrasados para este espaço!

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29
Nov17

Obrigado por acreditarem no que escrevo!

David Marinho

Estou muitíssimo feliz por ter a oportunidade de figurar entre os 5 finalistas da categoria Opinião, para os Sapos do Ano 2017. Eu nunca escondi que o que escrevo aqui é para quem lê, mesmo sabendo que é a grande plataforma que tenho para ser quem sou, sem filtros e sem fato e gravata. E saber que mereço, entre outros tantos blogues, estar na votação final é muito gratificante. Votem e votem muito, só assim podemos acrescentar responsabilidade a todos nós que todos os dias damos alma à blogosfera nacional e sobretudo a uma arte que muitos parecem querer matar todos os dias: o da escrita.

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 Obrigado!

 

Votação final - Sapos do Ano 2017

 

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12
Nov17

#11 Hora da sesta

David Marinho

Havia um cão

perdido, que pedia liberdade

de olhos meigos, irrequieto

que morreu vítima da verdade

que o humano não soube inventar.

 

Procurava comida

apanhava chuva e tempestades

e fazia com o tempo

deixando ou não saudades

vivendo com o vento.

 

Pudesse eu fazê-lo retornar à vida

aos sonhos de qualquer animal

que o irracional sente mas não pensa

que o racional, miserável não vê mal

que ao pobre pequeno não o sustenta.

 

E os olhos fecharam-se

meigos, fizeram-se frios e distantes

que descanse noutro lado

bem mais feliz em passeios constantes,

que aqui não teve...triste fado.

 

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