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Domingo à tarde

Vais dizer-me que não gostas...

Domingo à tarde

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27.Nov.17

Qual o preço de manter o espírito de natal?

Fiz esta pergunta quando passou mais um Black Friday e não pude deixar de reparar na violência consumista que vai crescendo de ano para ano, na violência física que se pratica um pouco por todo o mundo, mal abrem as lojas pela manhã para conseguirem as promoções que tanto anseiam, causando o pânico, o caos e nem sei se houve mortos, mas...

A meu ver o Natal não morreu, ainda vai permanecendo no imaginário de muita gente, das crianças, de tudo. Mas só vejo azáfama, dinheiro a jorrar e confusão exagerada das pessoas. Eu procuro as luzes na rua, as musiquinhas em loop, o frio que nos congela e nos transporta para a visão de neve à janela e a lareira dentro de casa a crepitar. E felizmente o Natal é a única época onde posso e onde podemos tirar o dia realmente para festejar com quem amamos, encher a mesa para os convidados, ver com total admiração para a repetição 2569 do Sozinho em Casa, as crianças doidas à espera da hora e que acabam por adormecer pouco tempo antes da meia noite. A tradição não morreu.

E garanto-vos uma coisa: se o Natal morrer, morre parte da vida e das memórias. Morre o imaginário de sermos felizes mesmo não sendo e morre o brilho no olhar de uma criança e até nos adultos que as acompanham.

É por isso que eu espero por esta altura para ser um bocadinho mais feliz do que já sou.

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