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Domingo à tarde

Não gostas, queres ver!

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23
Fev18

Quando ganhamos e quando perdemos

David Marinho

É quando perdemos, que amamos mais e corremos atrás.

É quando perdemos, que ganhamos consciência dos erros e da falta que faz sermos mais nós próprios.

É quando perdemos, que nos cai tudo, que as memórias ganham espaço e tudo se torna infindável para a alma.

 

Mas não perdi para poder ganhar um bocadinho mais todos os dias. O amor é memória, é o gesto e é necessário. Não fica uma palavra por dizer, nunca as perguntas ficam sem resposta, nunca o amor deixa de ser correspondido. E é por isso que somos felizes, porque tudo na vida precisa de manutenção, materiais novos, novas formas de ver, sentir e apurar os sentidos. É preciso reconhecer o mérito, os erros e aprender, aprender todos os dias, porque a partir do momento em que tomamos partido da comodidade e do conforto do falso conhecimento, estagnamos e deixamos de ter para dar.

Nada na vida é garantido, e tão pouco sabemos a solução de tudo. Mas a piada de tudo isto é mesmo essa.

universitarios022018-billboard
22
Fev18

Tudo fluí de forma natural, não deveria ser sempre assim?

David Marinho

Hoje deitar-me-ei descansado. Quantos poderão dizer o mesmo, esses que andam para aí perdidos na vida. Deitar-me-ei mais ou menos cansado, com a consciência de que o dia passou e acabou. E é essa certeza que às vezes determina o sono da insónia, o descanso do cansaço extra numa cama, o correcto do incorrecto. Pensar que há coisas que ficam nos sítios certos, que não levamos para casa, é meio caminho andado para se andar bem, olhar e reparar que tudo fluí de forma natural. Há lá coisa melhor para se ser feliz do que esta coisa de liberdade. Não são os brutos carros e as brutas casas...é a alma apaziguada. É poder parar para apreciar, é poder escutar por 2 minutos sem que isso interfira no seu rumo emocional desgastado. Tudo fluí, e deveria ser sempre assim, não é?

Bom dia, que a cama chama-me.

universitarios022018-billboard
21
Fev18

O lado humano da vida

David Marinho

Há dias discutia com alguém sobre quais as razões das coisas vintage estarem na moda. Dizia-me tal pessoa que era apenas porque a moda se recicla, como a própria vida. Mas a minha teoria vai mais longe: o vintage existe, não só pela necessidade de se querer reviver as coisas do passado, mas porque com a idade procuramos ter aquilo que achamos ser muito mais trabalhado (e por si só mais "belo"). E pude comprovar isso, quando ao passar numa dessas lojas famosas que vendem tudo (perceberam a minha fuga à publicidade gratuita?), e ao verem uma máquina de café de uma marca que é conhecida por ter uma linha vintage, tiveram o mesmo pensamento. O toque da máquina metálico, os mostradores com ponteiros antigo, as linhas que caracterizavam os velhos tempos, tudo. E isso traz vontade de levar para casa. É que o tempo conseguiu pôr milhões de coisas numa caixa, facilitando o transporte, a forma de manusear, de trabalhar, tudo. Mas ter tudo "espalhado", essa dificuldade trazia pessoas para mexer nas coisas. Tornava tudo muito mais humano e por si só "menos trabalhoso". A facilidade de viver tirou o lado humano às coisas, e é por isso que esta máquina de café é a personificação do que a idade vai pedindo com o passar dela: um sentido últil de viver.

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