Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

Ioga de casa de banho. Experimentem!

Ando preocupado, minha gente. Eu neste momento ando numa fase mais egoísta da minha vida, em que acho que preciso de fazer mais coisas que me dêem prazer, do que propriamente por necessidade. Esta rotina de casa <--> trabalho <--> casa é uma canseira! Preciso de apanhar ar fresco (podia aproveitar, agora até há vento que sobra), uma bebida branca (ou duas) a mais na veia para despertar a estupidez (mais ainda) e desinibir-me perante meia dúzia de hippies filandeses que me dirão, certamente de uma forma muita lenta, que isto tudo é paz e amor e eu vou encaixar isso e viver numa ganza permanente da minha vida (Agora a sério...foi bonito, digam lá. Foda-se!).

 

Aaah foda-se! 2 leitores saíram daqui.

 

Voltem. Miss you people! 

 

Agora mesmo a sério. Não sou egoísta por natureza, mas esta necessidade prende-se com o facto de não ter ainda independência. E creio ter chegado a hora de sair do ninho - onde pairei quase 3 décadas - por amor à minha sanidade, à minha vontade de desabrochar ao mundo. Sem pudores, com responsabilidade e muito amor. 

 

Não é despir-me, atenção. Não saio de casa, dispo-me na rua e digo "AQUI VOU SER FELIZ!!". Não chego a tanto, vá. É um desabrochar emocional, uma espécie de ioga de casa de banho. Nunca ouviram falar?

 

Nem eu.

apoio-escolar-pnl-billboard

Como é isto de regressar de férias?

Boa noite.

Não sabem o quão fantástico é dizer Boa Noite à uma e picos da tarde. Estou a brincar, que estupidez. Simplesmente não sei como havia de começar isto e, pronto...coisas e gamelas.

Regresso das férias, regresso ao terror que é ter horas para comer, tempo contado e MAU café para beber. As férias serviram para compôr o sono e destruir irremediavelmente a força que supunha ter de me levantar da cama e fazer coisas logo pela fresca. Até planos tinha, vejam lá. Até escrevi esses planos...que miséria de ser humano, certamente dará em caso de estudo no ano de 2300.

Estas férias serviram, sobretudo, para não trabalhar. Não sei se atingiram esta afirmação. Eu pedi férias do trabalho, exactamente para não trabalhar. O que não significa que não haja pessoas que piquem o ponto ao final do dia só para verificarem se o nível de óleo está como manda a lei (se é que entendem). Eu tirei mesmo férias, de tal forma que suponho que hoje não saberei muito bem o que faço ao certo no trabalho. Precisarei certamente de uma formação, e no limite até de uma nova entrevista só para me dizerem ao certo o que fazem naquela função.

Mas volto porque o calendário mandou. Fiz-lhe uma vistoria - não fosse eu enganar-me - e realmente hoje é dia de voltar. E com isto sinto que ainda estou na fase de negação, que preciso repousar para não entrar em colapso nervoso. Isto é muito complicado, meus amigos. Sair das férias é quase uma expectoração involuntária.

 

Esqueçam a última coise que disse.

Boa noite. (Tão bom.)

apoio-escolar-pnl-billboard

Ministério da Justiça deveria contratar o Facebook

Senti que devia escrever sobre o caso da avioneta e sobre o lodo em que vivemos enquanto sociedade. Deixámos de ter ao longo das décadas o dom de comunicar fisicamente com as pessoas, deixámos até de ter contacto real com pessoas e a animosidade delas também foi por água abaixo. Deixámos de ter curiosidade em procurarmos a informação, de procurarmos as fontes, de buscar a verdade universal das coisas. Chegámos ao cúmulo de haver carros automáticos, cozinhas automáticas, telemóveis sem ecrã e até podemos falar com ele porque é uma bela companhia. E ao deixarmos tudo na nossa vida ao cuidado das máquinas, matámos o cérebro, matámos a virtude das pessoas e sobretudo o bom-senso. Hoje tudo julga, tudo critica e tudo faz de maneira diferente, tudo para melhor. Hoje qualquer alma (de)penada senta-se confortavelmente na sua poltrona e questiona: "como poderei captar a atenção para mim?". Houve, algures em 2017, uma avioneta que TEVE de aterrar de emergência e aterrou numa praia. Houve, algures em 2017, uma avioneta que TEVE de aterrar de emergência, aterrou, matando com ela duas pessoas, umas das quais uma criança. Houve, algures em 2017, uma avioneta que TEVE de aterrar de emergência, aterrou, matando duas pessoas, umas das quais uma criança, que num momento de aflição não amarou, conseguiu não se despistar, não previu matar pessoas. Depois disto, algures em 2017, alguém teve a inteligência de filmar com um drone o sucedido porque tudo aquilo é lindo de se ver, quiseram a cabeça do piloto a prémio e a de um pai, que era o pai da criança, que deixou subitamente de ser pai duplamente. Uma porque perdeu claramente o maior tesouro da sua vida, e segundo porque naquele momento o ESTADO DE CHOQUE deixou de existir na cabeça das pessoas, sendo que a atitude dele foi simplesmente frieza. Num momento destes esperavam gritos, choro compulsivo, uma cena homicida de um pai contra o piloto que matou a sua filha. E entrevistam crianças, procuram as vítimas para filmar, o piloto, tudo, quando o momento pedia apenas informação e respostas a quem de direito, que não estaria certamente ali nem naquela altura. Não concebo que vivamos num mundo em que não haja necessidade de educar, de aprender, de tomar os valores correctos. Concebo ainda menos viver num mundo em que além de descurarem tudo o que valeria a pena, fazem questão de chafurdar na merda, mostrar que chafurdam e dizer que a merda cheira realmente a merda. Se não viveram em estado real de choque, ao menos não julguem quem viveu, quem vive e quem a vida tratará de o fazer. Não julguem o que não sabem, o que não viram, o que não apuraram de verdade. Não julguem só porque viram na televisão e resolveram tirar curso de Psicologia naquele momento. Não julguem porque leram nos jornais. Julguem o que vivem, o que são e o que pretendem para vocês mesmos. Julguem se conhecerem, se souberem tudo, se lidarem com a situação.

 

E respeitar a dor dos outros, será assim tão difícil?

apoio-escolar-pnl-billboard

Preciso de uma recomendação e de um carteiro

Digam-me cá uma coisa: livros para rir, o que anda aí na moda para uma pessoa se perder de riso? É que isto de ler dramas e aventuras e afins tem sido uma canseira, apesar dos livros serem bons. No entanto, o último que li foi talvez dos melhores livros da minha vida,

 

mas já passou algum tempo. Mas recomendo-vos a ler. É que isto é óptimo para quem não é religioso e quem o for, deixa de ser 

Que me dizem? Algum título em especial?

De resto nunca queiram ter uma luta com um carteiro, porque ele possui em mãos coisas muito perigosas e que acabam por não ser entregues. E o que vem por carta não vai por mais lado nenhum! 

Mas o que lamento é que haja pessoas imcompetentes, como aliás em todo o lado, que não gostem do que fazem mas que o dinheiro claramente fala mais alto. Eu sou a favor do profissionalismo mas isso sou eu que gostava de ver este país andar para a frente.

apoio-escolar-pnl-billboard

Pág. 6/6