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Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

Domingo à tarde

Senta-te, desfruta e serve-te enquanto vou ali fazer uma sestinha

Qualquer coisa de metafísico

Há um soletrar metafísico na forma como as pessoas se olham nos dias de hoje. Fala-se pouco, sente-se menos mas não escapa um certo querer no virar da página, das histórias, sei lá. Há uma avidez aguda nas energias que se formam à nossa volta que, escapando às palavras do comum mortal, sobram em esgares malandros e olhares taciturnos. Ninguém percebe isso? É algum dom perceber a noção mínima do que está por detrás das grandes histórias universais? Nunca se questionaram sobre nada do que não veem? É louco o suficiente para desacreditarmos na vida? 

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Porquê "Domingo à tarde" e não outra coisa qualquer?

Porque custa aceitar que ontem faltava um mês para terminar o fim-de-semana e hoje nem parece que estamos de folga, justamente porque daqui a umas horas é dia de ir trabalhar. Domingo à tarde é o momento da semana mais desgovernado, mais insensato e mais complicado de gerir. Ora temos pessoas que dormem, pessoas que veem os programas que só um Domingo à tarde consegue proporcionar mas que ninguém gosta, é aquele dia que grande parte dessas mesmas pessoas não limpam, não cozinham, e outros nãos que não vou aqui denunciar. É um fenómeno por explicar que só a metafísica consegue entender...e o Gustavo Santos, que ele tem sempre uma palavra para tudo.

créditos da imagem

 

 

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